ūü¶č Pensando na vida e na morte.

Quando j√° se tem uma certa idade ou se est√° gravemente doente, aceita-se mais resignadamente a partida de algu√©m ou at√© mesmo a pr√≥pria, e nesse per√≠odo de espera (embora tenhamos sempre aquele fiozinho de esperan√ßa que um milagre possa acontecer) temos tempo para nos preparar para a despedida, para resolver mal-entendidos, para demonstrar afeto, gratid√£o, para nos reconciliarmos com n√≥s mesmos …

Mas as mortes “repentinas” (apesar de se saber que todos temos a nossa hora e que de repentino isso n√£o tem nada) nos chocam e entristecem mais. E quem se foi tamb√©m fica desorientado, sem ter tido o tempo de poder viver “o luto de si mesmo”, se encontrando de repente em outro est√°gio da vida, muitas vezes sem nem ter parado para pensar uma √ļnica vez que esse dia chegaria.

Da√≠ a import√Ęncia de se entender que tudo na vida √© c√≠clico, que tudo de bom ou de ruim que nos acontece um dia passa e que a morte faz t√£o somente parte desse ciclo. Ela faz parte da nossa natureza. Somos seres finitos. E, como se costuma dizer, morrer √© a √ļnica certeza que temos na vida.

N√£o devemos tem√™-la, assim como tamb√©m n√£o devemos precipit√°-la, mas entender que ‚Äúvida e morte‚ÄĚ fazem parte do nosso incessante processo evolutivo e quando o momento de partir chegar, para n√≥s ou para os nossos bem-amados, n√£o nos atormentarmos; antes, termos f√© em Deus (ou chamem da forma como preferirem) e a certeza de que tudo caminha conforme o tempo programado por Ele.

Pensar na morte n√£o significa querer morrer e nem que isso v√° antecip√°-la, como se fosse uma palavra de azar, mas significa simplesmente nos fazer refletir como estamos conduzindo a nossa vida, como estamos nos relacionando com o outro e tamb√©m conosco, o que podemos levar de aprendizado (j√° que de material n√£o se leva nada) para “o outro lado” e o que podemos deixar de positivo para os que aqui ainda permanecem.

A vida, em todos os planos, é uma grande escola. Saibamos, então, tirar o melhor proveito (espiritualmente falando) quando nos encontrarmos em cada um deles. stars-emoticon

Eliana 

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“N√£o h√° lugar para o acaso na exist√™ncia humana.
Deus não é um jogador de dados a distribuir alegria e tristeza, felicidade e infelicidade,
sa√ļde e enfermidade, vida e morte, aleatoriamente.
Existem leis instituídas pelo Criador que disciplinam a evolução de Suas criaturas,
oferecendo-lhes experi√™ncias compat√≠veis com suas necessidades.”

(Richard Simonetti)
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